
"E em meio a uma batalha de sentimentos, nada melhor do que um 'VERSUS'".
Ouvia gritos. Gritos vindos de fora de tudo aquilo. Pessoas brigavam.
Ouvia gritos. Gritos vindos de fora de tudo aquilo. Pessoas brigavam.
Brigavam por coisas simplórias, mas complicadas. Fúteis, mas complexas. Porque brigavam se podiam estar se amando?
Resolveu olhar um pouco para fora de si. Ver como estavam as coisas do lado de fora da sua cabeça.
Chegou até a porta, girou a maçaneta e abriu os olhos. Estava tudo muito bagunçado. Os gritos continuavam vindo de algum lugar. Deu uma volta por ali. Lugares normais, que já faziam parte do seu cotidiano, estavam absortos em bagunças incontroláveis. Um grito mais forte. A briga estava se itensificando!
Continuou a andar. Pessoas que ele conhecia o cumprimentavam. Acenos, beijos, abraços. Gestos simples que o faziam se sentir vivo. Um bate. Algo se espatifando contra a parede.
Resolveu olhar um pouco para fora de si. Ver como estavam as coisas do lado de fora da sua cabeça.
Chegou até a porta, girou a maçaneta e abriu os olhos. Estava tudo muito bagunçado. Os gritos continuavam vindo de algum lugar. Deu uma volta por ali. Lugares normais, que já faziam parte do seu cotidiano, estavam absortos em bagunças incontroláveis. Um grito mais forte. A briga estava se itensificando!
Continuou a andar. Pessoas que ele conhecia o cumprimentavam. Acenos, beijos, abraços. Gestos simples que o faziam se sentir vivo. Um bate. Algo se espatifando contra a parede.
Um grito (e consequentemente uma voz)!
Uma voz conhecida que o fazia sentir uma paixão incontrolável.
Uma voz (a mesma voz) conhecida que o fazia sentir uma vontade de fugir incontrolável.
Viu de onde vinha os vestígios de briga. Um quarto mais ao longe.
Tropeçou em alguma coisa. Levantou-se, voltou a andar e tropeçou novamente. Eram seus cadarços, soltos, dessamarrados.
O avesso do espelho que o refletia.
Olhou para sua própria imagem e viu algo diferente. Algo maléfico, algo incomum. Sentiu medo. Levantou-se. Parou. Tinha que cuidar de si antes de continuar. Amarrou o cadarço. Prendeu-o, amarrou-o. Ao mesmo tempo que fazia o inverso com ele mesmo. Seguiu em frente. Déjà vu. Chegou até a porta, girou a maçaneta e entrou.
Uma sala escura na qual a única fonte de luz era o monitor de um laptop caído de lado. Onde pode reconhecer uma janela de uma conversa mal acabada no MSN.
Viu apenas três coisas além disso.
Uma voz conhecida que o fazia sentir uma paixão incontrolável.
Uma voz (a mesma voz) conhecida que o fazia sentir uma vontade de fugir incontrolável.
Viu de onde vinha os vestígios de briga. Um quarto mais ao longe.
Tropeçou em alguma coisa. Levantou-se, voltou a andar e tropeçou novamente. Eram seus cadarços, soltos, dessamarrados.
O avesso do espelho que o refletia.
Olhou para sua própria imagem e viu algo diferente. Algo maléfico, algo incomum. Sentiu medo. Levantou-se. Parou. Tinha que cuidar de si antes de continuar. Amarrou o cadarço. Prendeu-o, amarrou-o. Ao mesmo tempo que fazia o inverso com ele mesmo. Seguiu em frente. Déjà vu. Chegou até a porta, girou a maçaneta e entrou.
Uma sala escura na qual a única fonte de luz era o monitor de um laptop caído de lado. Onde pode reconhecer uma janela de uma conversa mal acabada no MSN.
Viu apenas três coisas além disso.
O "N"...
O "V"...
O FIM.
Voltou para onde estava.
Voltou para onde estava.






