quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Prólogo (antes do início)


Abriu os olhos. Estava tudo escuro. Não lembrava onde estava nem como fora parar ali. Não lembrava de mais nada. Girou o corpo. De repende viu ao longe em meio a uma luz branca alguém. Forçou a visão que ainda estava ruim por ter acabado de acordar. Reconheceu. Se lembrou. Era aquela a pessoa que estava esperando. Era ela que viria tirá-lo dali. Mas porque não vinha? Por que estava parado e não vinha pegá-lo?


Então ele viu outra coisa. O braço dela estava preso por uma corrente. Uma corrente que vinha da escuridão. Gritou, mas não saiu voz de dentro de si. Sabia agora que só lhe restava esperar. Fechou os olhos. Mas o rosto continuou em sua mente. Aquele rosto que o perseguiria para sempre. Que seria sempre a luz em meio à escuridão.


Abriu novamente os olhos mas não via mais nada! Estava agora sozinho na escuridão, a escuridão que o deixaria assim que começasse a viver.

3 comentários:

Anônimo disse...

bom...sem muito o que dizer,
faço o comentário somente para ser o primeiro [sinceridade...fazer o que?!?]
e dizer que...

véééééééééi
O mar abriu no méééééééio

Caráááááááii!


kapoakapokpoakapo

Kagemusha disse...

Ficou muito bom o texto apesar de que vc sempre insiste q está sozinho na escuridao pode ser uma sala grande com mais prisioneiros.
Pq vc num quebra as correntes? Não arruma uma pedra pra kebra-las?

Pense nisso!! e não seja um prisioneiro para sempre

Vinícius D'Ávila disse...

Ia comentar algo, mas o comentario de tiago já disse tudo...

Metade de mim é prisioneiro...
mas a outra metade esta livre...

Muito bom o texto!
^^